22 de novembro de 2006

Nobel da Literatura

O Prémio Nobel da Literatura, um dos mais prestigiados galardões do mundo, no valor de 10 milhões de coroas suecas (cerca de 1, 1 milhões de euros), é atribuído desde 1901 pela Academia Sueca. Na lista dos 103 laureados, iniciada com o francês Sully Prudhomme, predominam os autores europeus e norte-americanos, mas no último meio século, o Nobel abriu-se a outras latitudes, nomeadamente ao Japão, América Latina e África.
O único escritor de língua portuguesa premiado com o Nobel da Literatura foi o português José Saramago, em 1998, e dois anos depois, também pela primeira vez, a Academia Sueca distinguiu um autor chinês, Gao Xingjian.
Jean Paul Sartre, galardoado em 1964 ou Gabriel Garcia Marques (1982) já eram mundialmente famosos quando foram distinguidos pela Academia Sueca, enquanto a austríaca Elfried Jelinek (2004) ou o poeta polaco Czeslaw Milosz (1980) só eram conhecidos dentro dos círculos literários. Entre os premiados com o Nobel da Literatura figuram alguns dos mais populares escritores do século XX, desde Rudyard Kipling (1907) a Ernest Hemingway (1954), passando por Thomas Mann (1929), William Faulkner 1949) e Albert Camus (1957). Dois dos mais influentes romancistas da Historia moderna - Marcel Proust (1871-1922) e James Joyce (1882-1941) - foram, contudo, ignorados. Frank Kafka (1883-1924), outro grande clássico do século XX, também não ganhou o Nobel, mas neste caso, trata-se de um escritor cuja obra foi publicada postumamente e a Academia Sueca só premeia autores vivos. Em mais de um século, o Nobel só não foi atribuído seis vezes: em 1914, 1918, e entre 1940 e 1944. Jean Paul Sartre recusou o Prémio e o russo Boris Pasternak foi impedido pelo governo soviético de ir a Estocolmo recebê-lo, em 1958.

in: rtp

15 de novembro de 2006

Origami

"Origami é a arte japonesa de dobrar o papel. A origem da palavra advém do japonês ori (dobrar) gami (papel). Geralmente parte-se de um pedaço de papel quadrado, cujas faces podem ser de cores diferentes, prosseguindo-se sem cortar o papel.
No entanto, a cultura do Origami Japonês, que se desenvolve desde o Periodo Edo, não é tão restritiva acerca destas definições, por vezes cortando o papel durante a criação do modelo, ou começando com outras formas de papel que não a quadrada (rectangular, circular, etc.)."

in Wikipédia

Para quem tem paciência e destreza de mãos, aqui fica a recomendação para um site direccionado exclusivamente para esta arte. Além de disponibilizar os esquemas de dobragem de papel, também tem videos animados.
É só escolher a forma como quer aprender!

Boas dobragens!

ORIGAMI CLUB

7 de novembro de 2006

LER +

O Governo criou o Plano Nacional de Leitura.
É importante referir que este projecto não se destina exclusivamente a professores. É dirigido a todos nós, para todos aqueles que gostam de leitura e que lhe dão a importância devida.
Seria bom motivar as crianças para a leitura, contudo ainda é mais importante conseguir motivar potenciais mediadores de leitura para que se consiga transmitir esse gosto de uma forma saudável.
Motivar professores, educadores, técnicos de biblioteca, animadores e pais será o primeiro passo para que este projecto tenha sucesso.

Boas leituras

31 de outubro de 2006

Capital Mundial do Livro

Numa época em que se "consomem" novas tecnologias ao pequeno almoço, almoço e ao jantar, quase nos esquecemos dos suportes originais que guardam, transmitem e brincam com o conhecimento.
Respiramos informática, mastigamos a internet, saboreamos os mp3, deliramos com as consolas de jogos, viajamos com os Gps, e por ai adiante...
Mas será que com todos estes alimentos que, sem dúvida são energéticos e estimulantes, não perdemos o "sabor original" do papel? de esfolhear um jornal e ficar com os dedos pretos da tinta, pegar num mapa da estrada e orientamo-nos por caminhos que não conhecemos, respirar cheiros nunca sentidos, dar alento aos nossos sonhos ao devorar fugazmente um livro cómico, erótico, mordaz, histórico, triste e que nos faça sentir vivos?
Com o intuito de preservar o "sabor e paladar" dos livros, a Unesco criou já há alguns anos a CAPITAL MUNDIAL DO LIVRO.
Em 2007 a Capital será Bogotá e em 2008 Amesterdão, uma bela forma de passear pelo mundo e descobrir novas letras, frases e estórias..

30 de outubro de 2006

5º Aniversário da Biblioteca Municipal Simões de Almeida (Tio)

No próximo dia 3 de Novembro a Biblioteca Municipal de Figueiró dos Vinhos está de parabéns, não só pelo seu 5º aniversário, mas também pelo excelente dia que vai proporcionar a todos aqueles que gostam de livros, letras, contos e afins...
Consulte aqui o programa de actividades.

E-books

A palavra e-book é literalmente uma abreviação de "eletronic book" ou "livro eletrónico". Os e-books são livros, com a diferença única de estarem no formato digital e não em papel como no livro tradicional.
O e-book pode ser lido no ecrã de um computador, de um laptop, ou de aparelhos chamados e-Book Reader, ou, ainda, impressos em papel.

A principal vantagem do e-book é a sua portabilidade. Como se encontra no formato digital, pode ser transmitido rapidamente por meio da Internet. Se um leitor que se encontra em Portugal, por exemplo, tiver interesse em adquirir um e-book vendido nos Estados Unidos ou no Brasil, pode fazer isso imediatamente e em alguns minutos estará a ler tranquilamente o seu e-book.

Uma segunda vantagem do e-book é o preço. Como o seu custo de produção e de entrega é bem mais baixo, um e-book de alto padrão, pode chegar às mãos do leitor por um preço até 50% menor que um livro impresso. Se não abdica de ler um livro sentado confortavelmente no seu sofá, basta imprimir o seu e-book para ter o seu texto também em papel.

Deixamos aqui a morada de um site onde poderá fazer o download de e-books gratuitamente.

Projecto Gutenberg

4 de agosto de 2006

Os direitos inalienáveis do leitor

1. O direito de não ler.
2. O direito de saltar páginas.
3. O direito de não acabar um livro.
4. O direito de reler.
5. O direito de ler não importa o quê.
6. O direito de amar os “heróis” dos romances.
7. O direito de ler não importa onde.
8. O direito de saltar de livro em livro.
9. O direito de ler em voz alta.
10. O direito de não falar do que se leu.

Como um Romance
Daniel Pennac