5 de julho de 2007

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5 de junho de 2007

Dia Mundial do Ambiente

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Hoje dia 5 de Junho é Dia Mundial do Ambiente.


Com tantas efemérides a preencher a agenda anual, às vezes alguns dias passam-nos ao lado.
Este é um dia importante, é verdade, contudo é ainda mais importante não esquecer o Ambiente no resto do ano.
Estas palavras não têm o objectivo de serem moralistas, mas sim de serem um lembrete diário no nosso quotidiano para esta questão essencial.
Só para ser mais elucidativa, e seguindo o exemplo dos mais novos, ora dê uma espreitadela aqui.


boas leituras e bom AMBIENTE!

Inspirações @ Moleskine

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A Livraria Arquivo, representante da Moleskine em Portugal apresenta mais um concurso:




boas inspirações, e boas pinceladas!

Dia Mundial da Criança

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No passado dia 1 de Junho, a Escola Superior de Educação abriu as suas portas para receber e divertir cerca de 1410 crianças.
Realizaram-se vários ateliers com actividades diversas para os mais pequenos, mas diga-se de passagem que os graúdos também se divertiram bastante.
Aqui pela nossa biblioteca realizamos um atelier que se denominava "SONHOS DE PAPEL" em que o objectivo era dobrar papel para criar uma forma, ou seja ORIGAMIS.
Realizamos também a Hora do conto, contamos a estória do "Pinto careca", "Conto contigo", "Histórias para rir", "Leónia devora os livros" e "Da rua do contador para a rua do ouvidor".
Aqui ficam algumas fotos:








Arrumada a "casa dos livros", e no fim de encher a barriga com brincadeiras bem saborosas e divertidas, voltamos para o ano!

30 de maio de 2007

Um milhão de crianças a ler

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Um milhão de crianças participou nas iniciativas do Um milhão de crianças participou nas iniciativas do Plano Nacional de Leitura (PNL) ao longo de um ano de actividade que se cumpre sexta-feira, anunciou hoje a comissária responsável, noticia a Lusa.

Numa sessão de balanço realizada hoje em Lisboa, Isabel Alçada sublinhou que neste período se verificou «uma participação muito expressiva da sociedade civil e dos agentes ligados ao sector».

Lançado no dia 01 de Junho do ano passado, o PNL é uma iniciativa dos ministérios da Educação, da Cultura e dos Assuntos Parlamentares com o objectivo de promover os hábitos de leitura na população.

Além da comissária e da sua equipa, estiveram presentes na sessão, no Centro Cultural de Belém, a ministra da Educação, Maria de Lourdes Rodrigues, a ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, e outros responsáveis por organismos ligados à educação e cultura.

A comissária do PNL indicou que um milhão de crianças, do ensino pré-escolar ao 2.º ciclo, foi abrangido por actividades diárias de leitura orientada e 8.934 escolas e jardins de infância registaram-se no plano com as suas actividades.

Isabel Alçada referiu ainda que foram promovidos sete concursos e passatempos de leitura que envolveram mais de 7.000 escolas da rede oficial de ensino e das autarquias, com a participação de 20.000 crianças e jovens dos vários níveis de escolaridade.

«A participação mostra que as pessoas estão interessadas na leitura», concluiu a responsável, assinalando que a lógica da comissão «não é a do efémero e sim trabalhar em projectos que sejam sólidos e continuados» com a conjugação de esforços das famílias, escolas, empresas e associações.

28 de maio de 2007

Tem inspirações de gaveta?

Até dia 31 de Outubro de 2007 ganhe coragem, limpe o pó aos seus manuscritos e participe no concurso de Literatura do IPL.
As categorias são a de Poesia e de Conto. Para mais informações clique aqui.




Boas escritas!

18 de maio de 2007

Estórias

No passado dia 11 de Abril fomos visitar os meninos e meninas do Jardim-de-Infância da Golpilheira. Realizámos uma hora do conto e saímos de lá encantados com a participação e o entusiasmo das crianças presentes.
Sonhámos, cantámos e até "fomos à caça"!
Aqui ficam algumas fotos





Até à próxima e boas leituras!

8 de maio de 2007

Biblioteca de Viena recorre a linha erótica para verbas

a
A Câmara Municipal de Viena anunciou a criação de uma linha telefónica erótica destinada a angariar dinheiro para remodelar a biblioteca pública da capital austríaca.

Até ao final do mês, a actriz austríaca Anne Bennent irá ler algumas passagens de literatura erótica dos séculos XVIII a XX numa linha telefónica criada pela câmara municipal.

A chamada custará 39 cêntimos por minuto.

O objectivo desta iniciativa, que durará até 31 de Maio, é angariar verbas para remodelar e expandir os espaços da biblioteca.

2 de abril de 2007

Os sonhos do dia 2 de Abril



PERGUNTAS DOS PÉS À CABEÇA



A planta do pé dá flores?
A barriga da perna pode ter apendicite?
As cabeças dos dedos pensam?
As maçãs do rosto devem proteger-se com insecticida?
As meninas dos olhos com que idade se tornam senhoras?
As asas do nariz voam?
O céu-da-boca tem estrelas?
As raízes dos cabelos devem ser regadas de manhã ou à noite?

29 de março de 2007

Bibliofeira

A Bibliofeira é um website onde qualquer pessoa pode anúnciar os livros que quer vender.
A partir de agora, se quiser vender os livros que já leu, livros técnicos que já não precisa, ou até livros que lhe ofereceram e nunca chegou a ler, pode fazê-lo através da Bibliofeira.

Boas leituras!

21 de março de 2007

o 21 da poesia



Não tenho ambições nem desejos.
ser poeta não é uma ambição minha.
É a minha maneira de estar sozinho.
...

Ou quando uma nuvem passa a mão por cima da luz
E corre um silêncio pela erva fora.
...
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe porque ama, nem sabe o que é amar...
...

Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do Universo...
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer,
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...

8 de março de 2007

1 de março de 2007

Seminário


para mais informações clique aqui

26 de fevereiro de 2007

O Mundo dos Livros em Portugal

Em Março de 2005, três sócios cheios de vontade de criar em Viseu um espaço alternativo à clássica livraria meteram as mãos na "massa" e abriram ao público a livraria.

Ela acabaria por ser um sucesso cultural e um fracasso financeiro.

Fernando Figueiredo, um dos sócios da Livraria da Praça, situada no coração do centro histórico de Viseu, conta à Lusa que a ideia, no início, se revelou acertada e as coisas, "de página em página", estavam a ter uma "leitura" favorável.

"Mais de mil pessoas mostraram interesse em conhecer as actividades do espaço, em saber das novidades, em passar pela casa quando os autores e outros convidados aceitavam discutir com eles os mais variados assuntos", regista Figueiredo.

Simplesmente, ao mesmo tempo que as tertúlias se mostravam um sucesso, com elevada participação e mobilidade de temas e de gostos, as estantes iam ficando intactas e a caixa registadora pouco tilintava ao final do dia.

"Bastava que cada uma das pessoas que deixou o seu contacto e se mostrou interessada em receber os nossos mails - cerca de mil - comprasse um livro de dois em dois meses para que, agora, não fossemos obrigados a fechar as portas de forma inglória e com tanta mágoa como angústia", lamenta Fernando Figueiredo.

Faltou a fortuna que seria de esperar pelo facto de se tratar de algo novo na cidade. Nem mesmo a simbólica ironia proporcionada por o nome de uma das sócias, Benedita Furtado, ter sido metamorfoseado para Benvinda Fortuna por um jornal, foi suficiente para que os deuses da Cultura se pusessem ao lado da Livraria da Praça.

As referências de estilo para a Livraria da Praça eram espaços como a Ler Devagar, em Lisboa, ou Navio de Espelhos, em Aveiro, a Fonte de Letras, em Montemor-o-Novo, ou ainda a Centésima Página, de Braga.

Nos dois anos que o projecto aguentou, a Livraria da Praça organizou mais de 160 iniciativas, com nomes como, por exemplo, Pacheco Pereira, Jorge Silva Melo, Alexandre Quintanilha, Nuno Crato ou Richard Zimmler. As pessoas compareciam às dezenas a estes encontros.

"Mas é assim - recorda Fernando Figueiredo -, as pessoas acorriam às iniciativas mas os livros não saíam. As tertúlias eram diversificadas nos temas e por ali passaram pessoas com as mais diversas tendências e origens, mas nem assim o dia-a-dia permitia notar na caixa este sucesso de afluência".

A convicção que existe, ainda agora, "mesmo depois de morrer com a praia à vista", é que "bastava - explica Figueiredo - que as editoras tivessem um pouco mais de atenção para com as necessidades e particularidades das pequenas livrarias, que o fisco percebesse que a capacidade de resposta dos pequenos espaços é também pequena, para que o destino da Livraria da Praça fosse outro".

Em "bom rigor", quem "matou" este espaço, adianta, foram os clientes, mas "não menos verdade" é que a perspectiva de abertura para breve de uma FNAC em Viseu, "que é uma certeza", deitou por terra quaisquer hipóteses de "esbracejar mais" para tentar "chegar à praia", porque não havia possibilidade de "concorrer com outro gigante".

"Mas o que nos aconteceu - pondera - é também mau para as editoras e para a literatura em Portugal, porque, quando as editoras têm tantas atenções para os grandes espaços comerciais de livros e ignoram as exigências dos pequenos, mais tarde ou mais cedo só vão estar a vender grandes sucessos, porque vão deixar de ter quem lhes compre as edições menos vistosas e de autores menos capa de revista".

O que a Livraria da Praça queria "era algo simples" como as editoras deixarem livros à consignação, "como fazem com os grandes espaços", aceitarem pagamentos "mais alargados no tempo", porque "isso era essencial" para os pequenos. Mas - adverte - "vai também ser mau para as editoras mais cedo ou mais tarde".

"Um exemplo claro de que as editoras ainda não entenderam a mais-valia dos pequenos espaços é que nestes podem escoar fundos de catálogo que as grandes livrarias e superfícies comerciais nem querem ver por perto", argumenta.

Para Fernando Figueiredo, o seu projecto "morreu" não por falta de vontade de lhe dar continuidade "mesmo correndo mais riscos", apesar de nestes dois anos terem tido os três sócios um prejuízo superior a 60 mil euros, mas sim porque "o país sofre de um problema estrutural" que não se resolve com "choques tecnológicos", mas sim com "um eficaz choque de mentalidades".

"Nunca procuramos a subsídio-dependência mas também era de esperar mais apoio na divulgação de um espaço com estas características por parte de organismos como uma autarquia, o que nunca houve", lamenta de novo.

Com o encerramento do projecto Livraria da Praça, Viseu perdeu um dos mais inovadores projectos culturais, apesar de os proprietários não esconderem que a "ideia era, se não ganhar, pelo menos não perder dinheiro".

Ficou, no entanto, uma certeza na "estante" de Fernando Figueiredo: "Portugal é um país que não lê, mas, com a afluência que tiveram as iniciativas realizadas nos dois anos de vida da livraria, é permitido pensar que as coisas podem mudar com projectos como este e outros".

"Pode ainda ser - pondera a concluir - que tenhamos tido azar e a crise económica seja, afinal, a responsável pelo epílogo desta história que já não vai ter continuação ou sequelas. Mas pode ser uma referência para outro projecto que o futuro confirmará ou não".

Uma "página seguinte" é ainda possível.


22 de fevereiro de 2007

Novo Circo

24-02-2007
Auditório Miguel Franco, Leiria
21h30


Ferloscardo é um espectáculo que dá corpo e expressão ao novo circo português.
Para mais informações clique aqui


Bons malabarismos!


21 de fevereiro de 2007

Três Ilustradores Portugueses em Bolonha


(clique na imagem para aceder ao site oficial da feira de Bolonha)

Teresa Lima, Gémeo Luís e André Carvalho foram seleccionados para a Mostra de Ilustração da Feira do Livro Infantil de Bolonha, que decorre entre 24 e 27 de Abril.

A Feira do Livro Infantil de Bolonha é o certame internacional mais importante destinado a profissionais do livro para a infância e juventude. Desde 1967 que realiza a exposição de um conjunto de obras de ilustradores de todo o mundo, seleccionadas por um Júri composto anualmente, cujos elementos são escolhidos entre personalidades de prestígio do mundo da edição, da arte, do design, da ilustração, de escolas de artes ou mesmo de museus de todo o mundo. Para a mostra de 2007, o Júri era constituído pelos ilustradores Lisbeth Zwerger e Katsumi Komogata, por Jeffrey Garrett, bibliotecário e especialista em literatura infantil, e Fausta Orecchio, designer gráfica e editora.

A mostra de ilustradores oferece uma panorâmica internacional das tendências mais inovadoras da ilustração para a infância e é uma oportunidade única para valorizar e promover amplamente o trabalho dos artistas expostos. Este ano, a mostra inclui o trabalho de 75 ilustradores de todo o mundo, dos quais três são portugueses:
Teresa Lima (1962), vencedora do Prémio Nacional de Ilustração em 1998, Gémeo Luís (1965), vencedor do Prémio Nacional de Ilustração em 2005, e André Carvalho.
Todas as ilustrações expostas serão editadas em dois catálogos, divididos entre ficção e não-ficção.


15 de fevereiro de 2007

12 de fevereiro de 2007

Conversas...

14 de Fevereiro, Quarta - Feira pelas 18h30


à conversa com... José Luís Peixoto na Livraria Arquivo a propósito de “Cemitério de Pianos” o seu último romance

“Creio estarmos perante uma grande ficcionista e , também, uma grande prosador da língua portuguesa, capaz de extraordinárias notações do real, de ritmos inovadores e até de uma relação estrutural com as formas musicais que não tem precedentes entre nós”. Vasco Graça Moura

“A escrita de José Luís Peixoto é a um tempo fresca, ágil, envolvente e, ao mesmo tempo, comporta toda uma herança literária universal. Estamos diante um escritor maduro. Um estupendo narrador português.” Luís Sepúlveda

[Leia excerto de Cemitério de Pianos em http://www.joseluispeixoto.net]

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boas leituras!

23 de janeiro de 2007

Leituras


Deixo aqui um desafio para todos os visitantes:
Comentar a leitura de um Livro. Irei inserir mais posts relacionados com a leitura, mas hoje começo por pedir a vossa opinião sobre o livro "O Código DaVinci" do Dan Brown
A escolha deste livro deve-se ao simples facto de ter sido um dos livros "mais livro" nos últimos tempos.
De qualquer dos modos aceitam-se sugestões vossas para comentar outras leituras.

19 de janeiro de 2007

Portugal lá por fora

Barcelona tem livraria portuguesa para crianças




Citando a Agência Lusa: "A Livraria Pretexto, que iniciou em 1966 as suas actividades em Viseu, abriu, numa das ruas mais movimentadas de Barcelona, o seu quarto estabelecimento comercial, aqui vocacionado para o público infantil e juvenil.
O novo espaço está integrado no projecto "Drax Store", que consiste no lançamento de livrarias dedicadas às crianças, onde, além de ser divulgada a literatura infantil, são desenvolvidas actividades culturais e didácticas, em que podem participar os pais e acompanhantes dos mais pequenos.
Estas acções são protagonizadas pelo Drax, um personagem que se afirma companheiro de leitura e amigo inseparável das crianças nos eventos de formação cultural.
A nova livraria resulta do envolvimento da Livraria Pretexto no projecto "Drax Store".
A Livraria Pretexto nasceu em Portugal com a abertura de uma livraria generalista em Viseu, em 1996. Mais tarde, expandiu-se inaugurando uma segunda livraria na zona histórica daquela cidade. Já transformada numa referência pela sua posição de destaque na sociedade cultural, promovendo encontros com escritores e outros eventos, abriu em 2005 a terceira livraria no Fórum Viseu.
O Drax foi marcando presença não só como um logótipo mas também como uma personagem amigável capaz de estimular a criatividade e o gosto pela leitura no público infantil.
As livrarias Drax Store são espaços pensados para as crianças, começando pela decoração colorida e funcional.
A nova livraria aberta em Barcelona está dividida em duas zonas, uma que é livraria e outra denominada Eurekakids para brinquedos e jogos pedagógicos.
A zona de livraria encontra-se dividida em secções consoante as idades e tem ainda uma área de apoio e consulta até às 20:30.
Aos sábados, às 17:00 e às 17:30, é possível ouvir contos infantis, sessões essas que têm tido bastante audiência.
O ano de 2007 vai ser o ano de Portugal em Espanha, o que contribui para que o Governo português promova a divulgação da cultura lusa no país vizinho."