
para ver o vídeo basta clicar aqui.




Boas histórias e muitas leituras!
Desde o ano passado que se comemora o Mês Internacional da Biblioteca Escolar por decisão da IASL em Dezembro de 2007.Neste mês as bibliotecas escolares têm por norma organizar um conjunto de actividades, envolvendo toda a escola e a comunidade em que esta se insere, de modo a torná-las mais conhecidas e a motivar toda a comunidade escolar para a sua utilização.
As equipas devem usar todos os meios ao seu alcance para fazerem a divulgação da biblioteca: a internet (sítio, blogue, facebook, twitter, listas de difusão, recursos disponibilizados pela IASL, etc.), os média locais, o trabalho em parceria com outras instituições, o convite a personalidades, a utilização de espaços fora da biblioteca na escola ou fora da escola, etc..
Os portais das Redes de Bibliotecas Concelhias devem ser a interface de eleição para a divulgação das actividades realizadas nas respectivas escolas e o rosto das realizações em parceria programadas para este mês/dia.
A Rede de Bibliotecas Escolares decidiu, por sua vez, que a última segunda feira do mês de Outubro seria o dia em que as actividades a realizar encontrariam a sua principal expressão. O dia 26 de Outubro será, por excelência, o dia das bibliotecas escolares em Portugal.
Boas Leituras e bom mês de Outubro!
«Os direitos de autor e a Internet constituem dois meios poderosos para impulsionar a criatividade e a inovação em benefício de todos os europeus, devendo ser articulados no novo projecto de um mercado único digital concorrencial e próspero. Este mercado só poderá desenvolver-se com a participação dos criadores de conteúdos e da geração que nasceu na era digital, formada por utilizadores interessados e consumidores inovadores», afirmou Viviane Reding, Comissária da UE para a Sociedade da Informação e os Media. «A minha grande prioridade para os próximos anos é trabalhar em cooperação com os outros Comissários com vista a criar um quadro jurídico simples e favorável aos consumidores que permita a disponibilização transnacional de conteúdos digitais na UE, assegurando simultaneamente uma forte protecção dos direitos de autor e uma remuneração justa dos criadores.»
«A protecção da propriedade intelectual e industrial – direitos de autor, patentes, marcas, desenhos ou modelos – está no centro da economia do conhecimento, sendo um elemento fundamental para melhorar a competitividade da Europa. Trata‑se de uma reforma prioritária, assente numa sólida base económica ‑ e não apenas em conceitos jurídicos ‑ e centrada em soluções que promovam, na prática, a inovação e o investimento», afirmou o Comissário da UE para o Mercado Interno, Charlie McCreevy.
A Comissão Europeia lançou hoje um documento de reflexão sobre o mercado único digital europeu, assim como uma consulta pública sobre novas ideias para um mercado mais dinâmico da distribuição online de conteúdos criativos. O documento sublinha a importância dos direitos de autor como base para a criatividade no património cultural europeu.
A Comissão afirma que são necessárias regras específicas favoráveis aos consumidores e à concorrência para criar um verdadeiro mercado único dos conteúdos criativos na Internet. Nesse sentido, identificou três domínios em que são necessárias medidas legislativas para:
- assegurar que a criatividade seja recompensada, de modo a que os criadores, os titulares de direitos e a diversidade cultural europeia possam vingar no mundo digital;
- oferecer aos consumidores meios legítimos de acesso, com preços claros, a uma vasta gama de conteúdos através de redes digitais, em qualquer local e a qualquer momento;
- promover condições equitativas para novos modelos de negócio e soluções inovadoras de distribuição dos conteúdos criativos em toda a UE.
Na Europa, o sector cultural e criativo (que abrange conteúdos publicados, como livros, jornais e revistas, obras musicais e registos sonoros, filmes, vídeo a pedido e jogos de vídeo) gera um volume de negócios anual superior a 650 000 milhões de euros, representando 2,6 % do PIB da UE e empregando mais de 3% da sua população activa. Os responsáveis políticos europeus têm, pois, a responsabilidade de proteger os direitos de autor, em especial num ambiente económico e tecnológico em evolução.
No âmbito do debate em curso sobre as prioridades da agenda digital europeia e como complemento dos debates similares em curso a nível nacional, a Comissão pretende agora centrar o debate em soluções práticas de incentivo a novos modelos de negócio e na promoção de iniciativas das empresas e de soluções inovadoras, assim como na eventual necessidade de harmonizar, actualizar ou rever o conjunto de normas aplicáveis ao mercado único da UE.
A digitalização de 12 milhões de páginas permite disponibilizar gratuitamente mais de 110 000 publicações da UE para descarregamento a partir da biblioteca digital EU Bookshop. Lançada em 16 de Outubro na Feira do Livro de Frankfurt, esta biblioteca oferece todas as publicações editadas desde 1952 pelo Serviço das Publicações, por conta das instituições, das agências e de outros organismos da UE.
Para mais informações basta clicar em:
www.bookshop.europa.eu


Zuiker criou um «digi-romance» que combina o livro, o filme e a internet. «Level 26» é um romance policial que convida os leitores a visitar e registar-se no site sobre o livro, no qual podem assistir a um filme de três minutos ligado à história, tudo a partir da próxima terça-feira.
Deste modo, os leitores vão poder não só ler, mas também discutir e contribuir para a história do livro. No entanto, segundo Zuiker, o livro escrito por Duane Swierczynski pode ser lido e percebido sem ver o filme criado por si.
O criador de «CSI» sublinhou que «o futuro do negócio do entretenimento está na convergência de diferentes meios», alertando para o facto de a tecnologia estar a tornar-se uma parte permanente na vida das pessoas.
Recorde-se que a tecnologia já está bem presente no mundo da leitura através dos leitores de livros electrónicos, como é o caso do Kindle."
in: iol




"As bibliotecas itinerantes são a forma mais fácil de combater a info-exclusão, defendeu hoje na Batalha o presidente da Asociación de Profesionales de Bibliotecas Móviles de Espanha, Roberto Arranz.
Arranz, um dos convidados do I Encontro Internacional de Bibliotecas Itinerantes que arrancou hoje, considera que a itinerância permite às bibliotecas "satisfazer as necessidades de várias comunidades sem grandes custos".
"Actualmente a internet é um grande instrumento que permite que todas as barreiras de espaço, tempo e psicológicas que existem nas bibliotecas deixem de existir", sublinha o especialista, que defende as bibliotecas itinerantes como "a forma mais fácil de lutar contra a info-exclusão e de permitir às populações o contacto com a sociedade da informação".
Roberto Arranz lembra que "basta existir um cidadão que não possa aceder a uma biblioteca para que sejam necessárias mais bibliotecas itinerantes".
"O objectivo delas é que cem por cento da população tenha serviço bibliotecário. Os objectivos são os mesmos de uma biblioteca fixa: a formação dos cidadãos, a informação desses mesmos cidadãos e a sua formação quanto às novas tecnologias. Mas as itinerantes vão um pouco mais longe. Elas criam um espaço público onde ele não existe, são um ponto de reunião de vizinhos", destaca.
O presidente da associação espanhola diz que Portugal e Espanha estão, neste campo das bibliotecas sobre rodas, "medianamente bem":
"Em Espanha temos 81, mas devia haver duzentas. Em Portugal, há 53 mas seguramente são precisas mais. Há poucas bibliotecas itinerantes para as necessidades reais".
Outro especialista em bibliotecas itinerantes presente na Batalha é Ian Stringer, responsável da IFLA, a federação internacional das associações de bibliotecas. Há dois anos que visita países à procura de bibliotecas itinerantes.
Na Europa já visitou 24 países, mas também já esteve no Evereste e nos desertos australianos. "As bibliotecas itinerantes são muito diferentes de país para país: há bibliotecas a camelo, bibliotecas em cestos, bibliotecas em barcos...", descreve.
O britânico está a preparar um documento para demonstrar que "devemos ter mais bibliotecas itinerantes, pela sua utilidade e capacidade de chegar a sítios difíceis".
Ian Stringer conheceu nepaleses que levam livros às costas, num cesto, "montanha acima", a comunidades que habitam no Evereste. Na Austrália descobriu autocarros de 13 metros que carregam cinco mil livros e que andam por sítios com temperaturas de 40 graus. Na Finlândia, os livros vão ao encontro dos leitores com dez graus negativos. "E em Singapura há bibliotecas em motas, para rapidamente darem a volta à cidade. E os principais clientes são prostitutas -- o que é particularmente triste é que a sua leitura preferida são romances..."
O especialista britânico destaca o voluntarismo e dedicação de quem trabalha em bibliotecas:
"Muito poucos técnicos superiores de uma câmara municipal se prestariam limpar o seu próprio local de trabalho e até a arranjarem-no... Os técnicos das bibliotecas itinerantes fazem-no".
E com a internet associada às bibliotecas itinerantes, Ian Stringer destaca a capacidade que "uma viatura com livros tem de permitir a consulta de uma enorme enciclopédia de 24 volumes" ou de facilitar a quem não vê "o download de audio-livros directamente para o leitor de mp3".
Mas apesar de o investigador do IFLA defender a existência de mais bibliotecas itinerantes, nem tudo são boas notícias:
"Frequentemente, quando as bibliotecas itinerantes estão bem, é sinal de que vivemos tempos menos bons -- porque significa que as bibliotecas fixas estão a fechar. O crescimento das bibliotecas itinerantes nem sempre é um bom sinal..."
in: Expresso
Boas Itinerancias!
"No âmbito do "Festival Silêncio!", que decorre em Lisboa de 18 a 27 de Junho, vai ter lugar no Music Box o primeiro concurso de "poetry slam" em Portugal.
É mais uma tendências da noite das grandes capitais: o Poetry Slam tem alcançado sucesso nos bares de Berlim, Nova Iorque, Paris ou Londres. O conceito é simples: escolhe-se um tema, que se trata de forma crítica e espirituosa, adicionam-se algumas algumas rimas e declama-se-o de forma dramática no espaço de três minutos no palco de um clube.Inserido na rubrica Absolut Poetry do Festival Silêncio! este concurso contará com 8 participantes e um júri composto por 6 convidados (confirmados: Fernando Alvim, Rui Zink, José Luís Peixoto, Ana Padrão). O músico, compositor e escritor JP Simões será o anfitrião.Os participantes podem consultar o regulamento e fazer a inscrição e o upload dos vídeos ou ficheiros mp3 até 12 de Junho no site do festival. O concurso vai ter lugar no dia 26 de Junho, às 22h30, no Music Box, Lisboa. "
in: sapo
Boas leituras!
De 8 a 14 de Maio, a Biblioteca José Saramago do Instituto Politécnico de Leiria (IPL), situada no Campus 2, em Leiria, recebe a exposição “Portugal Europeu – Meio Século de História”, no âmbito das acções de informação e sensibilização para a participação dos cidadãos nas Eleições Europeias.
A cerimónia de inauguração decorrerá a 8 de Maio, pelas 15 horas, nesta Biblioteca, com a presença de um representante da Comissão Europeia em Portugal, do Centro de Informação Europeia Jacques Delors (em representação do Ministério dos Negócios Estrangeiros), e do Gabinete do Parlamento Europeu. Do evento fará também parte uma palestra intitulada “Cidadania Europeia: votar de cinco em cinco anos ou mais do que isso”, seguida de um debate público.
Acções de Informação e Sensibilização – Europeias 2009Entre Março e Maio de 2009, o Parlamento Europeu, em conjunto com a Comissão e Conselho da União Europeia, desenvolvem um conjunto de acções com o objectivo de informar os cidadãos sobre as Eleições Europeias, marcadas para 7 de Junho, em Portugal.
Esta é uma iniciativa de dimensão europeia, que se desenrola de acordo com uma estratégia, mensagens e identidade visual comuns aos 27 Estados-Membros, pretendendo principalmente reduzir as taxas de abstenção nas Eleições Europeias.
Em Portugal, além de uma campanha publicitária semelhante a todos os Estados-Membros, o Gabinete do Parlamento Europeu, em parceria com a Representação da Comissão Europeia e o Centro de Informação Europeia Jacques Delors, organizam as Semanas Europeias, nos 18 distritos do Continente, Açores e Madeira, entre 6 de Março a 21 de Maio.
Destas Semanas Europeias fazem parte: uma exposição fotográfica e documental “Portugal Europeu – Meio Século de História” (que apresenta a relação de Portugal com o processo de integração europeia desde os anos 50); debates sobre temas relevantes da integração europeia (com a participação de personalidades e especialistas em temas europeus); instalações de rua em 3D e “caixa de sugestões” e distribuição de materiais de suporte, entre outras acções dirigidas a jornalistas, escolas, jovens e dirigentes associativos.