6 de dezembro de 2016
29 de outubro de 2015
Somos Bibliotecas
Esta campanha, que pretende evidenciar junto da sociedade o papel das bibliotecas públicas em Portugal, tem como público-alvo a população em geral, quer seja ou não frequentadora de bibliotecas públicas, sendo baseada em diversos tipos de testemunhos, apresentação de serviços e atividades prestadas pelas bibliotecas públicas. O objetivo desta campanha é que tenha um efeito multiplicador junto da população, de modo a que se torne uma ferramenta chave de promoção, divulgação e apresentação das bibliotecas públicas portuguesas.
+ info em http://www.somosbibliotecas.pt/
23 de junho de 2014
Situações a evitar na Biblioteca
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Bo@s Leitur@s!
9 de janeiro de 2012
2 de dezembro de 2011
12 de setembro de 2011
Biblioteca Digital Mundial
Os principais objetivos da Biblioteca Digital Mundial são:
Promover a compreensão internacional e intercultural;
Expandir o volume e a variedade de conteúdo cultural na Internet;
Fornecer recursos para educadores, acadêmicos e o público em geral;
Desenvolver capacidades em instituições parceiras, a fim de reduzir a lacuna digital dentro dos e entre os países.
Bo@s Leitur@s
22 de agosto de 2011
Boas ideias: Bicicletas são transformadas em bibliotecas solidárias.
O artigo integral encontra-se aqui
Bo@s leitur@s
10 de agosto de 2011
Classificação Decimal Universal
A CDU é o sistema de classificação mais frequente nas bibliotecas portuguesas e é o sistema usado pela Biblioteca Geral para a maioria das áreas. Este sistema foi criado por Paul Otlet e Henri La Fontaine, sendo uma adaptação da Classificação Decimal de Dewey. Foi primeiramente publicado em língua francesa de 1904 a 1907. Trata-se de uma forma eficaz de organizar recursos bibliográficos em bibliotecas. As obras são classificadas quanto ao assunto de que tratam."
Podem ver um video bastante elucidativo aqui
Bo@s Leitur@s!
12 de julho de 2011
25 de janeiro de 2011
"It is not all about books"
Para consultar este post basta clicar aqui.
Boas leituras!
21 de dezembro de 2010
21 de dezembro de 2009
Domingos na biblioteca?
"A questão dos horários de abertura das bibliotecas
Nas associações de bibliotecários, nas revistas de especialidade, na Associação de Cidades Alemãs e na Conferência de Ministros da Cultura Alemães, a eventual alteração da lei tem sido discutida a fundo. Até agora, a Lei de Trabalho apenas permite aos funcionários de “bibliotecas de referência universitárias” trabalhar aos domingos e feriados, mas está a ser discutida a alteração da lei de forma a poder abranger também as bibliotecas públicas.
As bibliotecas não são lavagens automáticas de carros
Este assunto tem estado na ordem do dia. Segundo declarações do Presidente do Parlamento Federal Alemão, Norbert Lammert (CDU), ao jornal Berliner Zeitung em final de 2008, é lamentável que a Lei do Trabalho permita às pessoas visitar museus, assistir a concertos ou ir ao teatro mas que impeça o acesso às bibliotecas públicas. “Equiparam-se desta forma as bibliotecas às lavagens automáticas de carros que, em muitas localidades, não podem funcionar aos domingos e feriados. Considero isto ridículo.”
Há alguns anos que este assunto figura na agenda da Associação Alemã de Bibliotecários (Deutschen Bibliotheksverband / dvb). “Algumas bibliotecas públicas de grandes cidades declararam a necessidade de abrir aos domingos”, explica a Presidente da dbv, Gabriele Beger. A dbv tomou assim a iniciativa para a alteração da Lei do Trabalho.
Adaptação às novas necessidades
“As bibliotecas são instituições culturais e educacionais indispensáveis”, nota Beger. “Isso significa que é nosso dever reconsiderar e reavaliar as nossas capacidades, adaptando as nossas ofertas às necessidades de cada grupo-alvo”. Como directora da Biblioteca Municipal e Universitária de Hamburgo, Gabriele Beger comprova diariamente que a abertura aos domingos vai de encontro às necessidades dos utilizadores. “Num domingo temos cerca de 2000 visitantes, entre estudantes e não-estudantes. Aos fins-de-semana registamos a maior afluência de pais e mães trabalhadores acompanhados pelos seus filhos. Esta é a única altura em que podem visitar uma biblioteca juntos.”
Segundo Beger, as bibliotecas também devem ter em conta as alterações aos horários escolares. “Com a entrada em vigor da escola a tempo-inteiro, seremos obrigados a lidar com a situação e a reorganizar os nossos horários de abertura para que os alunos possam visitar as bibliotecas municipais fora do horário da escola.”
Falta de pessoal
No entanto a Associação dos Profissionais de Informação e Biblioteca (Berufsverband Information Bibliothek / BIB), cujas funções incluem representar os profissionais da informação, mostra-se contra a alteração da lei. “Os funcionários das bibliotecas já aceitaram, nos últimos anos, flexibilizar os seus horários de trabalho para ir de encontro aos interesses dos utilizadores”, explica a Presidente Federal da BIB, Susanne Riedel.
Ao mesmo tempo, muitas autarquias reduziram o financiamento reservado às bibliotecas públicas, especialmente os fundos destinados à contratação de pessoal. Segundo Susanne Riedel, “Se ampliarmos os nossos horários de funcionamento para os domingos e os feriados, seremos forçados a restringi-los à semana ou a reduzir os nossos serviços. Abrir as portas das bibliotecas sem a presença de pessoal qualificado significa um regresso ao passado, ao tempo em que as bibliotecas eram apenas um local onde se emprestavam livros.” Para Susanne Riedel, isso iria pôr em perigo desnecessariamente muitos dos novos serviços com que as bibliotecas têm vindo a expandir as suas ofertas. Para além disso, para ela, as bibliotecas há muito que têm em conta as necessidades dos utilizadores: “Afinal, as bibliotecas públicas têm feito um esforço cada vez maior de oferecer serviços em linha – independentemente do local e da hora.”
Uma opção obrigatória
A dbv leva estas objecções a sério. “A alteração à lei que propomos não irá obrigar nenhuma biblioteca a abrir aos domingos”, afirma Gabriele Beger. “Apenas garante que exista essa possibilidade – e apenas quando existir uma necessidade comprovada”.
Os defensores da abertura aos domingos sabem que isto não poderá ser posto em prática a custo zero. Mesmo depois da alteração da lei, a abertura das bibliotecas aos domingos e feriados irá depender dos recursos que as autarquias disponibilizem."





