Trata-se de uma obra que analisa os problemas da governação pública em Portugal, apontando os caminhos que nos devem levar à construção de um Estado mais eficiente e eficaz, levando para a discussão a questão de um Menor e Melhor Estado.
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20 de junho de 2011
Apresentação de Livro
“Governação de Organizações Públicas em Portugal: A Emergência de Modelos Diferenciados”, é o título do livro do Professor Carlos Rodrigues que vai ser apresentado terça-feira, dia 21 de Junho, pelas 19h15, na Biblioteca José Saramago.
Trata-se de uma obra que analisa os problemas da governação pública em Portugal, apontando os caminhos que nos devem levar à construção de um Estado mais eficiente e eficaz, levando para a discussão a questão de um Menor e Melhor Estado.
Trata-se de uma obra que analisa os problemas da governação pública em Portugal, apontando os caminhos que nos devem levar à construção de um Estado mais eficiente e eficaz, levando para a discussão a questão de um Menor e Melhor Estado.
15 de junho de 2011
Empreendedorismo
No passado dia 14 de Junho, decorreu na Biblioteca José Saramago do Campus 2, a apresentação do Livro Empreendedorismo do autor Pedro Saraiva.
Este evento contou com a presença do orador Joaquim Menezes - Iberomoldes
Este evento contou com a presença do orador Joaquim Menezes - Iberomoldes
15 de março de 2011
Um Quase-Périplo à Capadócia
Decorreu no passado dia 11 de Março a apresentação do Livro Um Quase-Périplo à Capadócia de Armando Marques da Silva.
Esta apresentação aconteceu na Biblioteca José Saramago do Campus 2 com vários momentos a destacar: recital de poesia e ainda música de guitarra ao vivo.
Esta apresentação aconteceu na Biblioteca José Saramago do Campus 2 com vários momentos a destacar: recital de poesia e ainda música de guitarra ao vivo.
2 de novembro de 2010
Ancorar o Amor
Ao som da flauta de Marina Camponês, os Serviços de Documentação acolheram a apresentação do livro "Ancorar o Amor" de Joaquim Santos no passado dia 29 de Outubro.
Boas leitur@s!
Boas leitur@s!
11 de agosto de 2010
Justiça determina abertura das caixas-fortes com os manuscritos de Kafka
"Os manuscritos e desenhos de Franz Kafka serão retirados das caixas-fortes do banco suíço UBS, na sequência do litígio judicial entre os herdeiros desses documentos e as autoridades israelitas.
Foram abertos quatro compartimentos de caixas-fortes do UBS em Zurique, onde se encontram há mais de 50 anos os manuscritos e desenhos do autor de O Processo, que morreu de tuberculose em 1924, informou o jornal "Neue Zürcher Zeitung" (NZZ).
A abertura das caixas-fortes em Zurique aconteceu depois de uma operação similar em dois bancos de Tel Aviv, por ordem de um tribunal israelita.
A professora de literatura Itta Shedletzky foi a primeira pessoa a ter acesso aos documentos e cabe-lhe fazer o seu inventário.
Franz Kafka nasceu em 1883, em Praga, que na época era parte do Império Austro-Húngaro, e deu instruções ao amigo Max Brod para queimar a obra depois da sua morte. Mas Max Brod não cumpriu o pedido e, depois de imigrar para Tel Aviv em 1939, para escapar ao nazismo, publicou os textos. Brod legou a obra à sua secretária, Esther Hoffe, que, por sua vez, a legou às filhas. Após a morte de Hoffe, há três anos, a filhas pediram às autoridades israelitas que confirmassem esta herança.
Presentemente corre um processo em Tel Aviv para estabelecer se as herdeiras podem dispor livremente ou não desta herança. A Biblioteca Nacional de Israel em Jerusalém aproveitou a ocasião para tentar, segundo o seu director, Shmuel Har Noi, "recuperar os manuscritos de Kafka".
in: sapo livros
7 de julho de 2010
Matilde Rosa Araújo (1921-2010)
Autora de livros de contos e poesia para o mundo adulto e de mais de duas dezenas de livros de contos e poesia para crianças, a sua temática centra-se em torno de três grandes eixos de orientação: a infância dourada, a infância agredida e a infância como projecto.
Dedicou, ao longo da sua vida, aos problemas da criança e à defesa dos seus direitos.
Matilde Rosa Araújo morreu aos 89 anos. Deixa uma obra de referência na literatura para crianças, cujos direitos também defendeu. Foi um dos maiores nomes da literatura infantil portuguesa, autora de títulos clássicos como O Livro da Tila (1957), O Palhaço Verde (1960) ou O Sol e o Menino dos Pés Frios (1970), bem como de livros de contos e poesia para adultos, ou ainda de obras sobre o papel da literatura para crianças e jovens na formação dos mais novos.
A escritora Matilde Rosa Araújo morreu ontem (6 Junho de 2010) na sua casa de Lisboa com 89 anos.
Se pretender saber mais sobre a autora, consulte:
http://www.portaldaliteratura.com/autores.php?autor=76 ;
http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1612159&seccao=Livros
http://www.portaldaliteratura.com/autores.php?autor=76 ;
http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1612159&seccao=Livros
18 de junho de 2010
José Saramago 16 de Novembro de 1922 - 18 de Junho de 2010
Saramago: "Nossa única defesa contra a morte é o amor"
Madri, 23 out (EFE).- O escritor português José Saramago deixa aflorar seu lado mais divertido e sarcástico e também o mais suave e poético em seu romance "As intermitências da morte", uma reflexão sobre a vida, a morte e a condição humana, que defende a tese: "nossa única defesa contra a morte é o amor".
Em entrevista à EFE, o escritor revela alguns segredos do novo livro, com publicação marcada para novembro em países como Brasil, Portugal, Espanha e Itália e cuja apresentação mundial será em Lisboa, no dia 11 desse mesmo mês.
Livro a livro, Saramago (vencedor do Prêmio Nobel de Literatura de 1998), foi tecendo um mundo narrativo, no qual afloravam situações "improváveis e impossíveis".
Na primeira parte da história, Saramago desenvolve com humor, ironia e sarcasmo as conseqüências que o desaparecimento da morte teria sobre a vida de um país.
O que a princípio parece uma magnífica notícia, em breve se revela diferente: o Governo não sabe como responder a esta insólita situação, o sistema de aposentadorias se desequilibra, os hospitais e os asilos ficam super lotados e as funerárias não têm quem enterrar.
A igreja também fica consternada, pois, "sem morte não há ressurreição, e, sem ressurreição, não há igreja".
"A ausência da morte é o caos. É o pior que pode acontecer a uma sociedade", assegura durante a entrevista o escritor, que foge do tom grandiloqüente com o qual às vezes se trata o tema.
Saramago reconhece que seu livro "seria impensável no Romantismo, época na qual a morte era algo aterrorizante".
Na segunda parte do livro, quando todos já começavam a se adaptar à nova situação, a morte decide retomar sua atividade, mas o faz de forma surpreendente: envia cartas aos que vão morrer e lhes comunica que têm um prazo de sete dias para se prepararem. Retornam aí o caos e o desconcerto.
No final do romance, Saramago adota um tom mais poético e intimista e abandona a linguagem satírica e irônica que permeia boa parte do livro, e sob as quais se escondem duras críticas ao comportamento dos Governos, da igreja, dos meios de comunicação e de outros setores da sociedade.
A música tem papel importante nessa parte final da história, na qual também volta à cena um dos "personagens" preferidos do escritor: o cachorro.
Ao final do romance, o autor de "Ensaio sobre a cegueira" e "A caverna", entre outros títulos, chega à conclusão "mais óbvia que existe: a vida não pode viver sem a morte, embora pareça um paradoxo. Nós temos que morrer para continuarmos vivendo".
"Não digo que morrer seja melhor do que viver, mas, simplesmente, deveríamos ter outro olhar em relação à morte, aceitá-la como uma conseqüência lógica da vida", assinala Saramago.
O novo livro do autor português é também "uma história de amor", e, se há "uma tese final, ela é de que nossa única defesa contra a morte é o amor".
O escritor considera "As intermitências" seu romance "mais divertido".
"Espero que, diante de um assunto tão sério quanto a morte, possamos rir. Mais do que isso, espero que possamos dar gargalhadas".
Quando perguntado sobre o que acha de seu novo livro, Saramago responde com um singelo "não é ruim", já que não pretende "antecipar o julgamento dos leitores e da crítica". Mas reconhece que está "muito contente" com o livro, pois "não se tem escrito romances sobre um tema como este nos últimos tempos".
in: uol
15 de fevereiro de 2010
Galileu Galilei 1564 - 1642
Para assinalar esta data, aqui ficam algumas
palavras desta personalidade:
"Não se pode ensinar alguma coisa a alguém, pode-se apenas auxiliar a descobrir por si mesmo."
Boas leituras!
2 de fevereiro de 2010
James Joyce 1882 - 1941
Comemora-se hoje o nascimento de um dos escritores mais emblemáticos do século XX. Dessa forma deixamos aqui algumas das suas palavras mais celebres:"Ninguém presta à sua geração maior serviço do que aquele que, seja pela sua arte, seja pela sua existência, lhe proporciona a dádiva de uma certeza."
Boas leituras!
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